06 de março de 2017

Professores do Colégio Objetivo utilizam fantasias e garantem aprendizado de maneira divertida

Quem acredita que fantasias são apenas para as festas de Carnaval está bastante enganado. Além de divertidas elas também são ferramentas de ensino extremamente eficientes e alguns professores do Colégio Objetivo de Porto Velho aproveitam esse recurso para garantir a fixação do conteúdo ministrado em sala de aula.

Alunos do 6º ano fantasiaram-se de gregos para estudar sobre Oratória

A professora Ellen Regina, de História, é uma adepta do uso de fantasias e encenações nas aulas e sentiu na prática, como aluna, a eficiência do método. “Quando decidi que seria professora eu prometi que seria como meus professores foram comigo. Eram pessoas divertidas, mas acima de tudo eram amigos que eu podia contar a qualquer momento. As aulas sempre eram lúdicas e eu conseguia entender até mesmo o conteúdo de Química e Física com facilidade”, conta.

Em uma das aulas com estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental, a sala de aula foi transformada em um mini Olimpo para uma aula prática de oratória. Em outra, com alunos do 8º ano do fundamental, os alunos fizeram parte de uma feira medieval com direito a fantasias de feirantes, saltimbancos e troca de moedas. “A ideia principal é aprender brincando”, afirma a professora.

Os alunos concordam. Rafael Rezende é aluno do 8º ano e reforça o que a professora diz. “Sem dúvidas o aprendizado é diferenciado. Se temos a opção de nos divertirmos e aprender ao mesmo tempo, por que não aproveitar?”, reflete.

Ana Luiza também é do 8º ano, e acredita que as dinâmicas fazem toda a diferença. “Dá uma visão mais ampla de momentos importantes. Gosto de pensar que, quando fazemos esses teatros, nos sentimos no lugar das pessoas que já fizeram isso e entendemos como era o trabalho, a força e desempenho que tinham, etc”.

O professor Aleks Palitot usando uma fantasia de Faraó para ensinar sobre o Egito Antigo

O professor Aleks Palitot usando uma fantasia de Faraó para ensinar sobre o Egito Antigo

O professor Aleks Palitot, também de História, usa a mesma técnica com estudantes do Ensino Médio. Já se fantasiou de faraó para ensinar sobre o Egito antigo, de bárbaro para falar sobre as invasões bárbaras e até do personagem Chaves para falar sobre a Revolução Mexicana, pois, segundo ele a ideia é fazer os alunos viajarem no tempo.

Palitot também destaca que, além da fixação do conteúdo, esse tipo de atividade também é importante por fazer com que os alunos vejam na prática o esforço dos professores. “O aluno vai ter uma nova perspectiva sobre a aula, uma aula onde vai ter uma coisa irreverente. Assim a gente consegue prender a atenção deles”, garante.

 

Assessoria de Comunicação

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